BY ARRANGEMENT WITH THE REALLY USEFUL GROUP LTD.

18 E 19 OUTUBRO
COLISEU PORTO AGEAS
Mascara do Fantasma da Ópera
18 E 19 OUTUBRO
COLISEU PORTO AGEAS
21, 22 E 23 NOVEMBRO
CAMPO PEQUENO

Armando Calado traz o famoso musical O Fantasma da Opera de Sir Andrew Lloyd Webber pela primeira vez a Portugal em concerto com uma grandiosa produção de mais de 130 artistas em palco.

O Fantasma estreou-se no Her Majesty´s Theatre a 9 de Outubro de 1986 e continua a atrair e cativar audiências mais de trinta anos depois e 12 000 atuações. Este musical tem apaixonado milhões de pessoas por este mundo fora. O Fantasma já ganhou mais de 70 prémios e foi visto por mais de 140 milhões de pessoas em mais de 35 Países e 166 cidades e já rendeu uns 6 bilhões de dólares aproximadamente.

Chegou agora o momento de conquistar Portugal!


SINOPSE


O romance conta a história dramática de um músico talentoso que, por ter o rosto deformado, se afasta de toda a sociedade, habitando as catacumbas de um teatro de Opera de Paris. Na ópera, ele apaixona-se por Christine, uma jovem órfã a quem dá lições de canto durante a noite.

Christine reencontra Raoul, o novo patrono do teatro onde trabalha, que era o seu amor de infância. O Fantasma, com ciúmes, rapta-a e leva-a para os seus aposentos, debaixo da ópera, acreditando que ela o virá a amar apesar do seu aspeto repugnante. A dada altura Christine arranca a sua máscara e vê o seu rosto desfigurado e o Fantasma ordena-lhe que volte ao teatro e não fale do que viu. Ele envia constantemente cartas com instruções de como quer as coisas num teatro que ele considera como sendo seu e onde quer ter sempre o camarote número 5 em exclusivo para ele.

Ao perceber que a soprano vai fugir com o amado, volta a sequestrá-la e decide forçá-la a casar, sob ameaça de matar Raoul. Erik, nome real do personagem, partilha um momento de intimidade com Christine, contando o seu passado e chora. Acaba deixando que Christine parta com Raoul.


ELENCO


Elendo do Fantasma da opera - Sofia Escobar

Sofia Escobar

Christine Daaé

Elendo do Fantasma da opera - Lara Martins

Lara Martins

Carlotta

Lara Martins é uma das cantoras portuguesas com maior difusão internacional da actualidade. Uma artista que alia a excelência do seu instrumento vocal a uma grande sensibilidade e talento no domínio musical e dramático. Esse perfil traduz-se na capacidade de brilhar com igual mestria no domínio do canto lírico, na ópera ou no teatro musical.

Desenvolveu a sua formação em Londres, na famosa Guildhall School of Music and Drama, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Terminou o curso com a mais alta classificação, sendo logo de seguida convidada para integrar o grupo de solistas do Centro Francês de Artistas líricos (CNIPAL), onde foi solista na temporada 2002/2003.

Desde então tem encantado alguns dos mais importantes palcos europeus, acompanhada por orquestras de topo e contracenando com artistas de alto gabarito nas mais diversas vertentes musicais.

O seu repertório, abrangente, é revelador de uma artista com uma versatilidade pouco usual: viaja desde Mozart até Sondheim, passando por compositores tão diversos como Donizetti, Richard Strauss, Manuel de Falla, Kurt Weill, Gershwin, Bernstein ou A. Lloyd Weber.

Interpreta com a mesma naturalidade e brilhantismo diversificadas tipologias de ópera de diferentes períodos, como também a canção de câmara dos séculos XIX e XX, ou programas com algumas das mais emblemáticas melodias do cinema e da Broadway, entre outros projetos ecléticos e multidisciplinares que a sua grande plurivalência permite abraçar.

Seja no teatro de ópera, no ambiente intimista do recital de câmara, ou nos ‘musicais’, a crítica é unânime nos rasgados elogios a Lara Martins - desde o The Times ao The Observer, passando por outros importantes periódicos dos diversos países onde se apresenta – “a world-class singer”.

Elendo do Fantasma da opera - Jorge Silva

Jorge Baptista
da Silva

Fantasma

Natural de Cascais, começou a cantar fado aos 11 anos em casas de fado e espetáculos nacionais e internacionais. Aos 17 anos gravou o seu 1º cd “Imagem Verdadeira”. Aos 19 anos começa a ter aulas de canto particulares e aos 20 anos entra no Conservatório Nacional de Lisboa, onde faz a sua formação em Canto.

Foi pela mão de José Manuel Araújo seu professor de voz e de Carlos Avilez seu professor de artes cénicas que deu vida ao personagem Aeneas da Ópera “Dido and Aeneas” de Purcell, levada a cena no Teatro Nacional de S. Carlos.

Em 2010 participou no programa “Nasci para o Fado” da RTP e foi convidado por Filipe La Feria para integrar no elenco "Fado - História de um povo" que ficou mais de um ano em cena no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Foi um dos fadistas da casa "Povo" onde gravou o seu 2º cd intitulado “Povo”.

Inaugura em 2012 a Escola de Fado do Grupo Desportivo da Mouraria no Palácio dos Távoras com O Dr. António Costa (atual primeiro ministro e anterior presidente da CML). Também nesse ano canta no Coliseu dos Recreios na homenagem ao rei da morna Bana (transmitido em directo para a RTP Africa).

Estudou com Montserrat Caballé, Fiorenza Cossotto, Elvira Ferreira, José Manuel Araújo, Susan Waters, Lucia Mazzaria, Filomena Amaro, Helena Afonso, Vasco Gil, Elena Dumitrescu Nentwig entre outros.

Foi convidado pelo maestro João Balula Cid para gravar o seu 3º cd "No melhor piano cai o fado", apresentado no Palácio Foz.

Tem reforçado o Coro do Teatro Nacional de São Carlos em diversas ocasiões e em 2017 a RTP prestou-lhe homenagem com um “Tributo” da autoria de Helena Ramos.

Elendo do Fantasma da opera - Bruno Almeida

Bruno Almeida

Fantasma

Nascido em Lisboa. Teve a sua estreia na opera em 2010, na ópera portuguesa do século XVII The Hymineu Cups, recriando o papel de Federico numa produção encenada do Sintra Opera Studio.

Estreou no Teatro Nacional de São Carlos em Março de 2011, no papel de First Safety, na estreia mundial da ópera Banksters, de Nuno Corte-Real.

Almeida participou do Opera Studio '11 de São Carlos e iniciou a colaboração regular com esta importante casa de ópera, desempenhando papéis como Conde Lerma (Don Carlo, Verdi), Triquet (Gavilanes, Guerreiro), Gobin (La rondine, Pucinni) Vivaldi (Sampiero, Migone), Charles Edward / Comerciante cosmético (Candide, Berstein), Zefirino / Gelsomino (Il viaggio a Reims, Rossini), Vendedor (El Gato Montés, Penella), Felice (Poliuto, Donizetti), Flavio Bellini), Grande Sacerdote (Idomeneo, Mozart).

Funções desempenhadas em outras etapas incluem El Remendado (Carmen, Bizet), Bastien em Bastien e Bastienne, Mozart, Gernando (L'isola disabitata, David Perez, estreia com a orquestra Divino Sospiro) e Don Ottavio, Mozart, estréia em Orvieto, Itália). No teatro musical, Tony (West Side Story, Bernstein).

Em concerto, Almeida realizou o Sporting Life (Porgy and Bess, Gershwin), o irmão de K. Weill, Die sieben Todsünden, e o tenor em massa por Francisco Sá de Noronha; Réquiem e Missa brevis de W.A. Mozart em Ré maior (KV 194); Mattutino de 'morti de Davide Pérez; Grande Missa de Marcos Portugal; Fantasia de Beethoven para o Coro e Orquestra (op. 80), Saule no Oratório de Bráz Francisco de Lima Il Trionfo di Davidde, Magnificat de J. S. Bach, Oratório de Natal de Saint-Saëns e Messias de Händel.

Em agosto de 2013, Bruno Almeida estreou na Alemanha, tocando com sucesso nos shows do Verdi 200 Gala e oratorio no "Festival junger Künstler" em Bayreuth.

Elendo do Fantasma da opera - Filipe Almeida

Filipe de Moura

Raoul

Formado em Canto Clássico pela Guildhall School of Music & Drama, de Londres - com bolsa de estudo atribuída pela escola - Filipe De Moura estudou também no Conservatório Nacional de Música de Lisboa.

Fez a sua estreia como solista em ópera em 2007, interpretando a personagem Alessandro na ópera “Il Ré Pastore” de Mozart, numa produção da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Cantou em salas como a Aula Magna e CCB em Lisboa; o Barbican Hall, em Londres. A transversalidade da sua forma de estar na música, levou-o a interpretar o papel do famoso cantor de Fado de Coimbra, Alberto Ribeiro, na última produção do musical “Amália”, de Filipe La Féria, em 2017.

Depois de várias experiências e formações quer em Portugal, quer no estrangeiro, especialmente em Londres, Filipe De Moura dedica-se à produção e realização dos seus próprios espectáculos, tendo escrito, encenado e interpretado peças de teatro e teatro musical, nomeadamente o musical “Flor e o Maior Tesouro da Terra”, em 2018.

Em 2018, estreou-se como solista no Teatro Nacional de São Carlos, acompanhado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Lara Martins é uma das cantoras portuguesas com maior difusão internacional da actualidade. Uma artista que alia a excelência do seu instrumento vocal a uma grande sensibilidade e talento no domínio musical e dramático. Esse perfil traduz-se na capacidade de brilhar com igual mestria no domínio do canto lírico, na ópera ou no teatro musical.

Desenvolveu a sua formação em Londres, na famosa Guildhall School of Music and Drama, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Terminou o curso com a mais alta classificação, sendo logo de seguida convidada para integrar o grupo de solistas do Centro Francês de Artistas líricos (CNIPAL), onde foi solista na temporada 2002/2003.

Desde então tem encantado alguns dos mais importantes palcos europeus, acompanhada por orquestras de topo e contracenando com artistas de alto gabarito nas mais diversas vertentes musicais.

O seu repertório, abrangente, é revelador de uma artista com uma versatilidade pouco usual: viaja desde Mozart até Sondheim, passando por compositores tão diversos como Donizetti, Richard Strauss, Manuel de Falla, Kurt Weill, Gershwin, Bernstein ou A. Lloyd Weber.

Interpreta com a mesma naturalidade e brilhantismo diversificadas tipologias de ópera de diferentes períodos, como também a canção de câmara dos séculos XIX e XX, ou programas com algumas das mais emblemáticas melodias do cinema e da Broadway, entre outros projetos ecléticos e multidisciplinares que a sua grande plurivalência permite abraçar.

Seja no teatro de ópera, no ambiente intimista do recital de câmara, ou nos ‘musicais’, a crítica é unânime nos rasgados elogios a Lara Martins - desde o The Times ao The Observer, passando por outros importantes periódicos dos diversos países onde se apresenta – “a world-class singer”.

Natural de Cascais, começou a cantar fado aos 11 anos em casas de fado e espetáculos nacionais e internacionais. Aos 17 anos gravou o seu 1º cd “Imagem Verdadeira”. Aos 19 anos começa a ter aulas de canto particulares e aos 20 anos entra no Conservatório Nacional de Lisboa, onde faz a sua formação em Canto.

Foi pela mão de José Manuel Araújo seu professor de voz e de Carlos Avilez seu professor de artes cénicas que deu vida ao personagem Aeneas da Ópera “Dido and Aeneas” de Purcell, levada a cena no Teatro Nacional de S. Carlos.

Em 2010 participou no programa “Nasci para o Fado” da RTP e foi convidado por Filipe La Feria para integrar no elenco "Fado - História de um povo" que ficou mais de um ano em cena no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Foi um dos fadistas da casa "Povo" onde gravou o seu 2º cd intitulado “Povo”.

Inaugura em 2012 a Escola de Fado do Grupo Desportivo da Mouraria no Palácio dos Távoras com O Dr. António Costa (atual primeiro ministro e anterior presidente da CML). Também nesse ano canta no Coliseu dos Recreios na homenagem ao rei da morna Bana (transmitido em directo para a RTP Africa).

Estudou com Montserrat Caballé, Fiorenza Cossotto, Elvira Ferreira, José Manuel Araújo, Susan Waters, Lucia Mazzaria, Filomena Amaro, Helena Afonso, Vasco Gil, Elena Dumitrescu Nentwig entre outros.

Foi convidado pelo maestro João Balula Cid para gravar o seu 3º cd "No melhor piano cai o fado", apresentado no Palácio Foz.

Tem reforçado o Coro do Teatro Nacional de São Carlos em diversas ocasiões e em 2017 a RTP prestou-lhe homenagem com um “Tributo” da autoria de Helena Ramos.

Nascido em Lisboa. Teve a sua estreia na opera em 2010, na ópera portuguesa do século XVII The Hymineu Cups, recriando o papel de Federico numa produção encenada do Sintra Opera Studio.

Estreou no Teatro Nacional de São Carlos em Março de 2011, no papel de First Safety, na estreia mundial da ópera Banksters, de Nuno Corte-Real.

Almeida participou do Opera Studio '11 de São Carlos e iniciou a colaboração regular com esta importante casa de ópera, desempenhando papéis como Conde Lerma (Don Carlo, Verdi), Triquet (Gavilanes, Guerreiro), Gobin (La rondine, Pucinni) Vivaldi (Sampiero, Migone), Charles Edward / Comerciante cosmético (Candide, Berstein), Zefirino / Gelsomino (Il viaggio a Reims, Rossini), Vendedor (El Gato Montés, Penella), Felice (Poliuto, Donizetti), Flavio Bellini), Grande Sacerdote (Idomeneo, Mozart).

Funções desempenhadas em outras etapas incluem El Remendado (Carmen, Bizet), Bastien em Bastien e Bastienne, Mozart, Gernando (L'isola disabitata, David Perez, estreia com a orquestra Divino Sospiro) e Don Ottavio, Mozart, estréia em Orvieto, Itália). No teatro musical, Tony (West Side Story, Bernstein).

Em concerto, Almeida realizou o Sporting Life (Porgy and Bess, Gershwin), o irmão de K. Weill, Die sieben Todsünden, e o tenor em massa por Francisco Sá de Noronha; Réquiem e Missa brevis de W.A. Mozart em Ré maior (KV 194); Mattutino de 'morti de Davide Pérez; Grande Missa de Marcos Portugal; Fantasia de Beethoven para o Coro e Orquestra (op. 80), Saule no Oratório de Bráz Francisco de Lima Il Trionfo di Davidde, Magnificat de J. S. Bach, Oratório de Natal de Saint-Saëns e Messias de Händel.

Em agosto de 2013, Bruno Almeida estreou na Alemanha, tocando com sucesso nos shows do Verdi 200 Gala e oratorio no "Festival junger Künstler" em Bayreuth.

Formado em Canto Clássico pela Guildhall School of Music & Drama, de Londres - com bolsa de estudo atribuída pela escola - Filipe De Moura estudou também no Conservatório Nacional de Música de Lisboa.

Fez a sua estreia como solista em ópera em 2007, interpretando a personagem Alessandro na ópera “Il Ré Pastore” de Mozart, numa produção da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Cantou em salas como a Aula Magna e CCB em Lisboa; o Barbican Hall, em Londres. A transversalidade da sua forma de estar na música, levou-o a interpretar o papel do famoso cantor de Fado de Coimbra, Alberto Ribeiro, na última produção do musical “Amália”, de Filipe La Féria, em 2017.

Depois de várias experiências e formações quer em Portugal, quer no estrangeiro, especialmente em Londres, Filipe De Moura dedica-se à produção e realização dos seus próprios espectáculos, tendo escrito, encenado e interpretado peças de teatro e teatro musical, nomeadamente o musical “Flor e o Maior Tesouro da Terra”, em 2018.

Em 2018, estreou-se como solista no Teatro Nacional de São Carlos, acompanhado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Elendo do Fantasma da opera - David Ripado

David Ripado

Raoul

Estuda música desde os 11 anos, embora o envolvimento se tenha tornado mais sério aos 16 anos, altura em que entrou para o Conservatório Regional de Almada. Aí estudou, durante 5 anos, Piano e Canto. Estudou um ano na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. Prossegue com sua formação a título particular com a professora Bárbara Barradas.

É licenciado em Ciências da Comunicação, na vertente de Gestão Cultural, pela Universidade Lusófona.

Participou no programa “Chuva de Estrelas“(2000), onde alcançou o 4º lugar na Final, com a interpretação de “English Man In New York” de Sting. Participou na 1ª edição da “Operação riunfo” (2003), onde conquistou o 4º lugar, sendo o único aluno com 0 nomeações dos professores na história do programa.

Colaborou semanalmente com o programa “Praça da Alegria” (2007), como cantor convidado. Integrou o programa da RTP. Dá-me Música” (2009 / 2010), apresentado por Catarina Furtado, como cantor residente.

Protagonizou o musical “Sinatra – Blue Eyes” (2008) exibido no Teatro Tivolí, com o papel de Frank Sinatra. Participou no musical “Cabaret” (2008/2009) exibido no Teatro Maria Matos e encenado por Diogo Infante, com o papel de Bobby. Protagonizou o musical “Rock In Christmas” (2012 / 2013 / 2014) exibido em itenerância por Portugal Continental, Ilhas e Angola.

Foi cabeça de cartaz nos musicais “A Noite Das Mil Estrelas” (2015) e “O Musical da Minha Vida” (2016) de Filipe La Féria, exibidos no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Participou no musical infantil “ZOO” exibido no Teatro Tivoli BBVA (2018) e no Grande Auditório da Exponor (2019).

Lançou o seu primeiro disco de originais intitulado “Voltas No Céu” em outubro de 2003, onde se apresentou como compositor de várias músicas e letras.

É o vocalista da banda de covers “D.GANG” e do projecto de tributo à música portuguesa “Lusitânia Expresso”, entre outros.

Dá frequentemente voz a anúncios publicitários de inúmeras marcas como Oreo, Mentos, Hasbro, Actimel, etc. Faz regularmente dobragens para desenhos nimados, de onde se destaca a participação na produção da Disney “A Bela e o Monstro” (2017) onde é a voz cantada da personagem “Lumiére” ou “Castiçal”.

É professor de Canto em várias escolas como o Musicentro (Colégio dos Salesianos do Estoril), New Music School (Benfica) e Cemaudium (Lisboa).

Elendo do Fantasma da opera - Ricardo Panela

Ricardo Panela

Firmin

Natural de Ílhavo, o barítono Ricardo Panela tem-se afirmado como um intérprete premiado de grande versatilidade.

Iniciou os seus estudos musicais em Portugal, no Conservatório de Música de Aveiro com a prof.ª Juracyara Baptista, tendo posteriormente completado a sua Licenciatura em Canto na Universidade de Aveiro com António Salgado. Terminou em 2011 o seu Mestrado em Canto na Guildhall School of Music & Drama com Laura Sarti. Presentemente aperfeiçoa-se com Sherman Lowe.

Do seu repertório operático, destacam-se, entre outros, os papéis de Figaro em Il Barbiere di Siviglia, o papel de Valentin na ópera Faust de C. Gounod, Dandini em La Cenerentola, Malatesta em Don Pasquale, Belcore em L'Elisir d'Amore e, mais recentemente, Silvio em I Pagliacci e Marcello em La Bohème.

Esteve também envolvido nas estreias em Londres das óperas Don Chisciotte de S. Mercadante (como Sancio Pancia), e Los Martirios de Colón de F. Ruiz (como Cristóbal Colón), apresentada no Queen Elizabeth Hall.

Estreou-se em 2016 no Teatro Nacional de S. Carlos como oficial na ópera Les Dialogues des Carmelites, encenado por Luís Miguel Cintra e com direcção musical do maestro João Paulo Santos e na temporada de 2017/18 em Opera Holland Park como Masetto na ópera Don Giovanni, e na English National Opera no papel titular da ópera Mad King Suibhne de N. Mosley.

Na presente temporada criou o papel de De Vallette na estreia absoluta da ópera Belt-il-Bniedem de R. Pace em Malta, como parte do festival Valletta - Capital Europeia da Cultura.

Projectos futuros incluem, enquanto vencedor da categoria de barítono no Concurso Internacional de Canto Armel, o papel de Leporello em Don Giovanni de W. A. Mozart com apresentações no Equador e em Budapeste.

Elendo do Fantasma da opera - João Merino

João Merino

Firmin

É licenciado em Canto pela ESMAE, com alta classificação, na classe do Professor José de Oliveira Lopes.

Foi-lhe atribuído o Prémio Fundação Eng. António de Almeida. Um galardão em que as Universidades do Porto, Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Aveiro e Coimbra, premeiam os alunos com a classificação mais elevada.

Foi como bolseiro da Santa Casa da Misericórdia do Porto que fez uma especialização com o tenor Francisco Lázaro, em Barcelona.

Foi admitido no Doutoramento em Artes Performativas da Universidade de Lisboa.

Como Barítono, apresentou-se nas seguintes óperas e nos mais variados papeis de: Die Zauberflöte, Le nozze di Figaro, Così fan tutte e Don Giovanni de Mozart; em Il barbiere di Siviglia, La Gazza Ladra, L’occasione fa il ladro e Il viaggio a Reims de Rossini; Carmen de Bizet; em La Traviata, D.Carlo e Rigoletto de Verdi; Tosca e Gianni Schicchi de Puccini; Eugene Onegin de Tchaikovski; Hänsel und Gretel de Humperdinck; Werther de Jules Massenet; Oedipus Rex e O Rouxinol de Igor Stravinsky; Peter Grimes de Benjamin Briten; El Gato Montés de Penella; El Gato com Botas de Montsalvatge; Lindane e Dalmiro de João Carlos Silva; La Bella Dormente nel Bosco de Ottorino Respighi; Maria de Buenos Aires de Astor Piazzolla; Il capello di paglia di Firenze de Nino Rota; Blue Monday de George Gershwin; Evil Machines de Luís Tinoco e Terry Jones entre muitas outras.

Elendo do Fantasma da opera - Mário Redondo

Mário Redondo

André

Nasceu em Lisboa em 1971, licenciou-se em Direito na F.D.L. (1989-1994), completou o curso de Formação de Actores na E.S.T.C. (1994-1997), frequentou o Curso de Canto da E.M.C.N. (1995-2002) e completou o Mestrado em Teatro – Encenação na E.S.T.C. (2009-2012).

Trabalha desde 1992 em praticamente todas as áreas de actividade de um actor-cantor: teatro, cinema, televisão, dobragem, locução, concerto, ópera e musical.

Na área da ópera, destacam-se as suas criações de Geronimo em “O Matrimónio Secreto”, de D.Cimarosa (S.Carlos, 2000); Sid em “Albert Herring”, de B.Britten (T.Aberto, 2002); Sam em “Trouble in Tahiti”, de Bernstein (Amiens/França, 2003); Roberto em “Os Fugitivos”, de J.E.Rocha (T.Trindade, 2004); Ivan Iakovlevitch em “O Nariz”, de D.Chostakovtch (S.Carlos, 2006); Conde em “As Bodas de Fígaro”, de Mozart (T.Trindade, 2006); Angelotti em “Tosca”, de Pucinni (S.Carlos, 2008); Kuligin em “Katya Kabanova”, de Janacek (S.Carlos, 2011); Frate em “Don Carlo”, de Verdi (S.Carlos, 2011); Monterone em “Rigoletto”, de Verdi (S.Carlos, 2013); Pangloss em “Candide”, de Bernstein (versão concerto, S.Carlos, 2013, 2014 e 2017); Bonzo em “Madama Butterfly”, de Puccini (S.Carlos, 2015); Tutor em “Elektra”, de Strauss (S.Carlos, 2018); e Barone Duphol em “La Traviata”, de Verdi (S.Carlos, 2018).

Especificamente na área dos musicais destacam-se os espectáculos “O Rapaz de Papel” (enc. Juan Font, T.Trindade, 1998); “O Navio dos Rebeldes” (enc. Cláudio Hochman, T.Trindade, 2002); “O Último Tango de Fermat” (enc. Cláudio Hochman, T.Trindade, 2004); “Ópera de Três Vinténs”, no papel de Mack da Naifa (enc. João Lourenço, T.Aberto, 2005); “Os Sonhos de Einstein”, no papel de Einstein (enc. Cláudio Hochman, T.Trindade, 2005/2006); “Sweeney Todd”, no papel de Sweeney Todd (enc. João Lourenço, T.Aberto, 2007); “Evil Machines” (enc. Terry Jones, T.S.Luiz, 2008); “Tomorrow Morning – Um Novo Dia” (enc. Eduardo Barreto, Casino Lisboa, 2014); e “Jesus Cristo Superstar”, no papel de Pilatos (enc. António Leal, Carregal do Sal, 2014).

Em 2008 foi nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Actor de Teatro pelo seu trabalho em “Sweeney Todd”.

Elendo do Fantasma da opera - Diogo Oliveira

Diogo Oliveira

André

Licenciado em Engenharia da Linguagem e do Conhecimento. Frequentou o Curso de Canto do Conservatório Nacional com José Carlos Xavier. Participou em Masterclasses com Sarah Walker e Ernesto Palácio.

Em recital apresentou: Schwannengesang (Schubert) e Sea Pictures (Elgar), Die Schoepfung (Haidn), L’enfance du Christ (Berlioz), Missa Nelson (Haidn), Stabat Mater (Dvorak), Te Deum (Charpentier), Te Deum (Leal Moreira), In Terra Pax (Frank Martin) e Carmina Burana (Orf).

Em 2005 venceu o primeiro prémio do Concurso Nacional de Canto Luísa Todi.

Estuda música desde os 11 anos, embora o envolvimento se tenha tornado mais sério aos 16 anos, altura em que entrou para o Conservatório Regional de Almada. Aí estudou, durante 5 anos, Piano e Canto. Estudou um ano na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. Prossegue com sua formação a título particular com a professora Bárbara Barradas.

É licenciado em Ciências da Comunicação, na vertente de Gestão Cultural, pela Universidade Lusófona.

Participou no programa “Chuva de Estrelas“(2000), onde alcançou o 4º lugar na Final, com a interpretação de “English Man In New York” de Sting. Participou na 1ª edição da “Operação riunfo” (2003), onde conquistou o 4º lugar, sendo o único aluno com 0 nomeações dos professores na história do programa.

Colaborou semanalmente com o programa “Praça da Alegria” (2007), como cantor convidado. Integrou o programa da RTP. Dá-me Música” (2009 / 2010), apresentado por Catarina Furtado, como cantor residente.

Protagonizou o musical “Sinatra – Blue Eyes” (2008) exibido no Teatro Tivolí, com o papel de Frank Sinatra. Participou no musical “Cabaret” (2008/2009) exibido no Teatro Maria Matos e encenado por Diogo Infante, com o papel de Bobby. Protagonizou o musical “Rock In Christmas” (2012 / 2013 / 2014) exibido em itenerância por Portugal Continental, Ilhas e Angola.

Foi cabeça de cartaz nos musicais “A Noite Das Mil Estrelas” (2015) e “O Musical da Minha Vida” (2016) de Filipe La Féria, exibidos no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Participou no musical infantil “ZOO” exibido no Teatro Tivoli BBVA (2018) e no Grande Auditório da Exponor (2019).

Lançou o seu primeiro disco de originais intitulado “Voltas No Céu” em outubro de 2003, onde se apresentou como compositor de várias músicas e letras.

É o vocalista da banda de covers “D.GANG” e do projecto de tributo à música portuguesa “Lusitânia Expresso”, entre outros.

Dá frequentemente voz a anúncios publicitários de inúmeras marcas como Oreo, Mentos, Hasbro, Actimel, etc. Faz regularmente dobragens para desenhos nimados, de onde se destaca a participação na produção da Disney “A Bela e o Monstro” (2017) onde é a voz cantada da personagem “Lumiére” ou “Castiçal”.

É professor de Canto em várias escolas como o Musicentro (Colégio dos Salesianos do Estoril), New Music School (Benfica) e Cemaudium (Lisboa).

Natural de Ílhavo, o barítono Ricardo Panela tem-se afirmado como um intérprete premiado de grande versatilidade.

Iniciou os seus estudos musicais em Portugal, no Conservatório de Música de Aveiro com a prof.ª Juracyara Baptista, tendo posteriormente completado a sua Licenciatura em Canto na Universidade de Aveiro com António Salgado. Terminou em 2011 o seu Mestrado em Canto na Guildhall School of Music & Drama com Laura Sarti. Presentemente aperfeiçoa-se com Sherman Lowe.

Do seu repertório operático, destacam-se, entre outros, os papéis de Figaro em Il Barbiere di Siviglia, o papel de Valentin na ópera Faust de C. Gounod, Dandini em La Cenerentola, Malatesta em Don Pasquale, Belcore em L'Elisir d'Amore e, mais recentemente, Silvio em I Pagliacci e Marcello em La Bohème.

Esteve também envolvido nas estreias em Londres das óperas Don Chisciotte de S. Mercadante (como Sancio Pancia), e Los Martirios de Colón de F. Ruiz (como Cristóbal Colón), apresentada no Queen Elizabeth Hall.

Estreou-se em 2016 no Teatro Nacional de S. Carlos como oficial na ópera Les Dialogues des Carmelites, encenado por Luís Miguel Cintra e com direcção musical do maestro João Paulo Santos e na temporada de 2017/18 em Opera Holland Park como Masetto na ópera Don Giovanni, e na English National Opera no papel titular da ópera Mad King Suibhne de N. Mosley.

Na presente temporada criou o papel de De Vallette na estreia absoluta da ópera Belt-il-Bniedem de R. Pace em Malta, como parte do festival Valletta - Capital Europeia da Cultura.

Projectos futuros incluem, enquanto vencedor da categoria de barítono no Concurso Internacional de Canto Armel, o papel de Leporello em Don Giovanni de W. A. Mozart com apresentações no Equador e em Budapeste.

É licenciado em Canto pela ESMAE, com alta classificação, na classe do Professor José de Oliveira Lopes.

Foi-lhe atribuído o Prémio Fundação Eng. António de Almeida. Um galardão em que as Universidades do Porto, Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Aveiro e Coimbra, premeiam os alunos com a classificação mais elevada.

Foi como bolseiro da Santa Casa da Misericórdia do Porto que fez uma especialização com o tenor Francisco Lázaro, em Barcelona.

Foi admitido no Doutoramento em Artes Performativas da Universidade de Lisboa.

Como Barítono, apresentou-se nas seguintes óperas e nos mais variados papeis de: Die Zauberflöte, Le nozze di Figaro, Così fan tutte e Don Giovanni de Mozart; em Il barbiere di Siviglia, La Gazza Ladra, L’occasione fa il ladro e Il viaggio a Reims de Rossini; Carmen de Bizet; em La Traviata, D.Carlo e Rigoletto de Verdi; Tosca e Gianni Schicchi de Puccini; Eugene Onegin de Tchaikovski; Hänsel und Gretel de Humperdinck; Werther de Jules Massenet; Oedipus Rex e O Rouxinol de Igor Stravinsky; Peter Grimes de Benjamin Briten; El Gato Montés de Penella; El Gato com Botas de Montsalvatge; Lindane e Dalmiro de João Carlos Silva; La Bella Dormente nel Bosco de Ottorino Respighi; Maria de Buenos Aires de Astor Piazzolla; Il capello di paglia di Firenze de Nino Rota; Blue Monday de George Gershwin; Evil Machines de Luís Tinoco e Terry Jones entre muitas outras.

Nasceu em Lisboa em 1971, licenciou-se em Direito na F.D.L. (1989-1994), completou o curso de Formação de Actores na E.S.T.C. (1994-1997), frequentou o Curso de Canto da E.M.C.N. (1995-2002) e completou o Mestrado em Teatro – Encenação na E.S.T.C. (2009-2012).

Trabalha desde 1992 em praticamente todas as áreas de actividade de um actor-cantor: teatro, cinema, televisão, dobragem, locução, concerto, ópera e musical.

Na área da ópera, destacam-se as suas criações de Geronimo em “O Matrimónio Secreto”, de D.Cimarosa (S.Carlos, 2000); Sid em “Albert Herring”, de B.Britten (T.Aberto, 2002); Sam em “Trouble in Tahiti”, de Bernstein (Amiens/França, 2003); Roberto em “Os Fugitivos”, de J.E.Rocha (T.Trindade, 2004); Ivan Iakovlevitch em “O Nariz”, de D.Chostakovtch (S.Carlos, 2006); Conde em “As Bodas de Fígaro”, de Mozart (T.Trindade, 2006); Angelotti em “Tosca”, de Pucinni (S.Carlos, 2008); Kuligin em “Katya Kabanova”, de Janacek (S.Carlos, 2011); Frate em “Don Carlo”, de Verdi (S.Carlos, 2011); Monterone em “Rigoletto”, de Verdi (S.Carlos, 2013); Pangloss em “Candide”, de Bernstein (versão concerto, S.Carlos, 2013, 2014 e 2017); Bonzo em “Madama Butterfly”, de Puccini (S.Carlos, 2015); Tutor em “Elektra”, de Strauss (S.Carlos, 2018); e Barone Duphol em “La Traviata”, de Verdi (S.Carlos, 2018).

Especificamente na área dos musicais destacam-se os espectáculos “O Rapaz de Papel” (enc. Juan Font, T.Trindade, 1998); “O Navio dos Rebeldes” (enc. Cláudio Hochman, T.Trindade, 2002); “O Último Tango de Fermat” (enc. Cláudio Hochman, T.Trindade, 2004); “Ópera de Três Vinténs”, no papel de Mack da Naifa (enc. João Lourenço, T.Aberto, 2005); “Os Sonhos de Einstein”, no papel de Einstein (enc. Cláudio Hochman, T.Trindade, 2005/2006); “Sweeney Todd”, no papel de Sweeney Todd (enc. João Lourenço, T.Aberto, 2007); “Evil Machines” (enc. Terry Jones, T.S.Luiz, 2008); “Tomorrow Morning – Um Novo Dia” (enc. Eduardo Barreto, Casino Lisboa, 2014); e “Jesus Cristo Superstar”, no papel de Pilatos (enc. António Leal, Carregal do Sal, 2014).

Em 2008 foi nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Actor de Teatro pelo seu trabalho em “Sweeney Todd”.

Licenciado em Engenharia da Linguagem e do Conhecimento. Frequentou o Curso de Canto do Conservatório Nacional com José Carlos Xavier. Participou em Masterclasses com Sarah Walker e Ernesto Palácio.

Em recital apresentou: Schwannengesang (Schubert) e Sea Pictures (Elgar), Die Schoepfung (Haidn), L’enfance du Christ (Berlioz), Missa Nelson (Haidn), Stabat Mater (Dvorak), Te Deum (Charpentier), Te Deum (Leal Moreira), In Terra Pax (Frank Martin) e Carmina Burana (Orf).

Em 2005 venceu o primeiro prémio do Concurso Nacional de Canto Luísa Todi.

Elendo do Fantasma da opera - Cátia Moreso

Cátia Moreso

Madame Giry

Aclamada pela crítica como tendo um "registo grave refinado e bronzeado, e seus agudos potentes e ressonantes" a mezzo-soprano portuguesa Cátia Moreso tem entre outros como planos futuros de 2018/19, a Gala de Inauguração da temporada do TNSC com The Child ir our Times de Tippett, L’enfance du Christ de Berlioz, 9.ª Sinfonia de Beethoven e Midsummers night Dream de Mendelssohn com Orquestra Gulbenkian. Misa Tango de Palmeri com Coro sinfónico de Portugal.

Papéis de Severa na Opera do Malandro de Nuno Côrte-Real, Lucia em La Gaza ladra de Rossini (TNSC), Emilia em Otello nos Dias da Música 2019. Clori em A ninfa do Tejo de A. Scarlatti com Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Cátia Moreso estudou no Conservatório Nacional de Lisboa e na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, onde obteve a licenciatura em canto e o grau de Mestre (Curso de Ópera). Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e do Lionel Anthony Charitable Trust, estudou no National Opera Studio com Susan Waters.

Venceu o 2º Concurso de Canto da Fundação Rotária Portuguesa e recebeu também o Prémio Bocage no Concurso Luísa Todi e o 1º Prémio no Concurso de Canto José Augusto Alegria. Em 2013 ganhou o prémio Aria friends bursary do Wexford Opera Festival.

O seu repertório de ópera inclui, entre outros, os seguintes papéis: La Ciesca em Gianni Schicchi (CCB), Dorabella em Cosi fan Tutte na Gulbenkian, 3.ª Maid, em Elektra de Straus no TNSC, Jocasta em Oedipus Rex, Suzuki em Madame Butterfly e La baronesa em Lidane e Dalmiro (TNSC), Ježibaba e 3ª Ninfa em Rusalka em Valladolid, Mother Goose em The Rake's Progress de Stravinsky, Tisbe em La Cenerentola de Rossini, entre outros.

Elendo do Fantasma da opera - Patricia Quinta

Patricia Quinta

Madame Giry

Natural do Porto. Graduada em Lied e Oratória pela Universidade de Música e Artes do Espectáculo de Viena (2007). Bacharel em Canto Teatral pelo Conservatório Superior de Música de Gaia (2002), na classe de Fernanda Correia.

Durante a sua formação na Universidade em Viena estudou com Margit Klaushofer, especializando-se no domínio do Lied e Oratória com Charles Spencer e no domínio da ópera com Reto Nickler.

Interpretou recentemente, no Grande Auditório do CCB, o papel de Aufseherin na ópera Elektra de R. Strauss, numa produção do Teatro Nacional de São Carlos.

Integrou também o elenco como Landgrafin Sophie na Oratória A lenda de Santa Isabel de F. Liszt, como Marquesa de Berkenfield na ópera La Fille du Regiment de G. Donizetti e Old Lady na versão concerto de Candide de L. Bernstein, ambas produções do Teatro Nacional de São Carlos.

Interpretou Sibila, na estreia mundial da ópera As três mulheres com máscaras de ferro com música de Eurico Carrapatoso e libreto de Agustina Bessa-Luís, numa co-produção da Fundação Calouste Gulbenkian e o Teatro Aberto, sob a direção de João Lourenço e João Paulo Santos.

Tem realizado vários concertos destacando-se com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música o ciclo Rückert Lieder de G. Mahler e a 9ª Sinfonia de L. Beethoven no concerto do 10º aniversário da Casa da Música, sob a direção de Vasily Petrenko e Takuo Yuasa, respetivamente.

Apresenta-se regularmente com o Ensemble Barroco Contemporâneo, destacando-se o concerto de inauguração da exposição de Velasquez no Museu de História da Arte, em Viena.

Participou no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi 2003, onde lhe foi atribuido o prémio Bocage (cantor revelação).

Frequentou classes de aperfeiçoamento com Ulf Bästlein, Enza Ferrari, Elsa Saque, Laura Sarti, António Salgado, Rudolf Piernay, Grace Bumbry, Hilde Zadek, de quem foi aluna durante o seu percurso em Viena, e Christa Ludwig, com trabalha até à atualidade.

É Licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (2002). Desde 2009 professora de Canto na Academia de Música de Vilar do Paraíso.

Elendo do Fantasma da opera - Joana Amorim

Joana Amorim

Meg Giry

Com apenas 5 anos de idade inicia os seus estudos em música na Academia de Música de Espinho. No Conservatório de Música do Porto termina o curso de Canto Clássico em 2015.

Entre 2014 e 2017 frequenta o curso de Teatro Musical na Academia de Música de Vilar do Paraíso, onde integra o elenco de “Nos Caminhos do Bosque”, encenado por Patrícia Isabel Franco, no papel de Lucinda e participa em “Serei o Melhor – O Musical”, com encenação de João A. Guimarães. Termina o curso como Donna Sheridan, no musical “Aquele Verão!”, também encenado por João A. Guimarães.

Estreia-se profissionalmente, em 2016, no pocket-show “O Reino do Gelo”, da Elenco Produções, como Rainha da Neve. Integrou o elenco de vários musicais, entre os quais: “Peter Pan” (2017), na personagem Wendy, “O Regresso do Lobo Mau” (2018) e “A Pequena Sereia” (2018), no papel de Pequena Sereia, tendo os três sido produzidos por Francisco Santos e encenados por Filipa Guedes.

Ainda em 2018 integra o elenco de “Geração Glee”, o musical com encenação e produção de Martin Callaghan e Will Callaghan e, mais recentemente, do musical "A Surpreendente Fábrica do Chocolate", encenado por Cláudio Hochman e produzido pela AM Live, no Porto.

É cantora nos grupos GoGospel e 4 Carols, da Hymnus Produções. Desde 2016, é vocalista da banda de soul/jazz The Dynasty Band e backing vocal em The Acoustic Foundation e The Royal Band DeLuxe.

Elendo do Fantasma da opera - Ana Marta Kaufmann

Ana Marta Kaufmann

Meg Giry

Natural do Funchal, iniciou a sua formação com ballet, e mais tarde, prosseguiu com canto coral e teatro na Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia, participando em alguns espetáculos pela região, dos quais salienta a ópera “Orquídea Branca”, dirigida por Jorge Salgueiro e encenada por Miguel Vieira.

A residir em Lisboa, licenciou-se em Artes Performativas pela ESTAL, concluindo o seu percurso com Erasmus+ na Escuela Superior de Arte Dramático de Málaga, Espanha. Completou também o curso de Teatro Musical na EDSAE. Destaca ainda formações com os Artistas Unidos, Teatro O Bando, Marcia Haufrecht, Miguel Loureiro, Cathleen McCarron (Royal Shakespeare Company), no IAB Barcelona e na ArtsEd Londres. Participou na performance de dança “Urban Distortions” com a companhia belga t.r.a.n.s.i.t.s.c.a.p.e, no São Luiz (Festival InShadow).

Dos papéis desempenhados, salienta Morticia em “A Família Addams” (EDSAE), Edith em “Pirates of Penzance” (Lisbon Players), Lucy em “Jekyll y Hyde” (ESAD Málaga), Inês em “Farsa de Inês Pereira” (Companhia de Teatro O Sonho), Sofia em “A Caminho” (Produções Boa Nova), e Renata em “Mulheres Nascidas de um Nome” (Teatro Carnide).

Fez assistência de encenação no musical “A Surpreendente Fábrica de Chocolate”, encenado por Claudio Hochman com produção da AM Live.

Elendo do Fantasma da opera - Alberto Sousa

Alberto Sousa

Piangi

Aclamada pela crítica como tendo um "registo grave refinado e bronzeado, e seus agudos potentes e ressonantes" a mezzo-soprano portuguesa Cátia Moreso tem entre outros como planos futuros de 2018/19, a Gala de Inauguração da temporada do TNSC com The Child ir our Times de Tippett, L’enfance du Christ de Berlioz, 9.ª Sinfonia de Beethoven e Midsummers night Dream de Mendelssohn com Orquestra Gulbenkian. Misa Tango de Palmeri com Coro sinfónico de Portugal.

Papéis de Severa na Opera do Malandro de Nuno Côrte-Real, Lucia em La Gaza ladra de Rossini (TNSC), Emilia em Otello nos Dias da Música 2019. Clori em A ninfa do Tejo de A. Scarlatti com Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Cátia Moreso estudou no Conservatório Nacional de Lisboa e na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, onde obteve a licenciatura em canto e o grau de Mestre (Curso de Ópera). Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e do Lionel Anthony Charitable Trust, estudou no National Opera Studio com Susan Waters.

Venceu o 2º Concurso de Canto da Fundação Rotária Portuguesa e recebeu também o Prémio Bocage no Concurso Luísa Todi e o 1º Prémio no Concurso de Canto José Augusto Alegria. Em 2013 ganhou o prémio Aria friends bursary do Wexford Opera Festival.

O seu repertório de ópera inclui, entre outros, os seguintes papéis: La Ciesca em Gianni Schicchi (CCB), Dorabella em Cosi fan Tutte na Gulbenkian, 3.ª Maid, em Elektra de Straus no TNSC, Jocasta em Oedipus Rex, Suzuki em Madame Butterfly e La baronesa em Lidane e Dalmiro (TNSC), Ježibaba e 3ª Ninfa em Rusalka em Valladolid, Mother Goose em The Rake's Progress de Stravinsky, Tisbe em La Cenerentola de Rossini, entre outros.

Natural do Porto. Graduada em Lied e Oratória pela Universidade de Música e Artes do Espectáculo de Viena (2007). Bacharel em Canto Teatral pelo Conservatório Superior de Música de Gaia (2002), na classe de Fernanda Correia.

Durante a sua formação na Universidade em Viena estudou com Margit Klaushofer, especializando-se no domínio do Lied e Oratória com Charles Spencer e no domínio da ópera com Reto Nickler.

Interpretou recentemente, no Grande Auditório do CCB, o papel de Aufseherin na ópera Elektra de R. Strauss, numa produção do Teatro Nacional de São Carlos.

Integrou também o elenco como Landgrafin Sophie na Oratória A lenda de Santa Isabel de F. Liszt, como Marquesa de Berkenfield na ópera La Fille du Regiment de G. Donizetti e Old Lady na versão concerto de Candide de L. Bernstein, ambas produções do Teatro Nacional de São Carlos.

Interpretou Sibila, na estreia mundial da ópera As três mulheres com máscaras de ferro com música de Eurico Carrapatoso e libreto de Agustina Bessa-Luís, numa co-produção da Fundação Calouste Gulbenkian e o Teatro Aberto, sob a direção de João Lourenço e João Paulo Santos.

Tem realizado vários concertos destacando-se com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música o ciclo Rückert Lieder de G. Mahler e a 9ª Sinfonia de L. Beethoven no concerto do 10º aniversário da Casa da Música, sob a direção de Vasily Petrenko e Takuo Yuasa, respetivamente.

Apresenta-se regularmente com o Ensemble Barroco Contemporâneo, destacando-se o concerto de inauguração da exposição de Velasquez no Museu de História da Arte, em Viena.

Participou no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi 2003, onde lhe foi atribuido o prémio Bocage (cantor revelação).

Frequentou classes de aperfeiçoamento com Ulf Bästlein, Enza Ferrari, Elsa Saque, Laura Sarti, António Salgado, Rudolf Piernay, Grace Bumbry, Hilde Zadek, de quem foi aluna durante o seu percurso em Viena, e Christa Ludwig, com trabalha até à atualidade.

É Licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (2002). Desde 2009 professora de Canto na Academia de Música de Vilar do Paraíso.

Com apenas 5 anos de idade inicia os seus estudos em música na Academia de Música de Espinho. No Conservatório de Música do Porto termina o curso de Canto Clássico em 2015.

Entre 2014 e 2017 frequenta o curso de Teatro Musical na Academia de Música de Vilar do Paraíso, onde integra o elenco de “Nos Caminhos do Bosque”, encenado por Patrícia Isabel Franco, no papel de Lucinda e participa em “Serei o Melhor – O Musical”, com encenação de João A. Guimarães. Termina o curso como Donna Sheridan, no musical “Aquele Verão!”, também encenado por João A. Guimarães.

Estreia-se profissionalmente, em 2016, no pocket-show “O Reino do Gelo”, da Elenco Produções, como Rainha da Neve. Integrou o elenco de vários musicais, entre os quais: “Peter Pan” (2017), na personagem Wendy, “O Regresso do Lobo Mau” (2018) e “A Pequena Sereia” (2018), no papel de Pequena Sereia, tendo os três sido produzidos por Francisco Santos e encenados por Filipa Guedes.

Ainda em 2018 integra o elenco de “Geração Glee”, o musical com encenação e produção de Martin Callaghan e Will Callaghan e, mais recentemente, do musical "A Surpreendente Fábrica do Chocolate", encenado por Cláudio Hochman e produzido pela AM Live, no Porto.

É cantora nos grupos GoGospel e 4 Carols, da Hymnus Produções. Desde 2016, é vocalista da banda de soul/jazz The Dynasty Band e backing vocal em The Acoustic Foundation e The Royal Band DeLuxe.

Natural do Funchal, iniciou a sua formação com ballet, e mais tarde, prosseguiu com canto coral e teatro na Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia, participando em alguns espetáculos pela região, dos quais salienta a ópera “Orquídea Branca”, dirigida por Jorge Salgueiro e encenada por Miguel Vieira.

A residir em Lisboa, licenciou-se em Artes Performativas pela ESTAL, concluindo o seu percurso com Erasmus+ na Escuela Superior de Arte Dramático de Málaga, Espanha. Completou também o curso de Teatro Musical na EDSAE. Destaca ainda formações com os Artistas Unidos, Teatro O Bando, Marcia Haufrecht, Miguel Loureiro, Cathleen McCarron (Royal Shakespeare Company), no IAB Barcelona e na ArtsEd Londres. Participou na performance de dança “Urban Distortions” com a companhia belga t.r.a.n.s.i.t.s.c.a.p.e, no São Luiz (Festival InShadow).

Dos papéis desempenhados, salienta Morticia em “A Família Addams” (EDSAE), Edith em “Pirates of Penzance” (Lisbon Players), Lucy em “Jekyll y Hyde” (ESAD Málaga), Inês em “Farsa de Inês Pereira” (Companhia de Teatro O Sonho), Sofia em “A Caminho” (Produções Boa Nova), e Renata em “Mulheres Nascidas de um Nome” (Teatro Carnide).

Fez assistência de encenação no musical “A Surpreendente Fábrica de Chocolate”, encenado por Claudio Hochman com produção da AM Live.

Elendo do Fantasma da opera - Márcio Gonçalves

Márcio Gonçalves

Buquet

Entrou para a Faculdade em 2008, ano em que a música o chamou, e ingressou na Tuna de Ciências do Porto, onde aprendeu a tocar guitarra e a interessar-se mais pela sua voz. Em 2012 começou a ter aulas de Canto particulares e em 2014 entrou no curso de Teatro Musical da “Vocare – Conservatório de voz, Comunicação e Artes Performativas do Porto”, dirigido por Isabel Maia, que frequentou até 2017.

Durante esses anos concluiu com distinção os 7º e 8º graus da Trinity College London de Teatro Musical e Pop/Rock respetivamente, e fez vários espetáculos de Teatro Musical e Gospel, destacando-se uma adaptação do Musical de Andrew Lloyd Webber “The Woman in White”, nos papeis de Count Fosco e Signal Men, encenado por João Miguel Mota, espetáculo de final do ano Letivo que ditaria o fim do seu percurso nessa escola.

Ainda em 2017, a vontade de aprender não o deixou perder a oportunidade de ingressar noutro curso de Teatro Musical, dirigido por Martin Callaghan e Will Callaghan, que culminou em Maio de 2018 com a apresentação do espetáculo “Geração Glee – O Musical”.

Enquanto frequentava o curso, conseguiu conciliar e estreou-se profissionalmente no pocket-show de Natal “Reino de Gelo”, da Elenco Produções, no papel de Olaf. A mesma Produtora acabaria por convida-lo a fazer parte do elenco de mais dois pocket-shows de natal, em 2018, “O Pinóquio” e “Nico e os Duendes de Natal”, como Geppetto/Vilão e como Nico(lau), respetivamente.

Elendo do Fantasma da opera - Miguel Lage

Miguel Lage

Passarino IFOT2

Frequentou o Curso Básico de Música na Academia de Música de Vilar do Paraíso. Frequentou o Curso Profissional de Artes do Espetáculo - Interpretação no Balleteatro Escola Profissinal. Atualmente, frequenta o Curso Livre de Teatro Musical na Academia de Música de Vilar do Paraíso.

Participou na Ópera Carmén de Bizet em 2014 no Coliseu do Porto. Participou ainda num PocketShow “A Terra do Nunca” da Elenco Produções, Lda em 2019 no Europarque.

Elendo do Fantasma da opera - Rodrigo Rocha

Rodrigo Rocha

Fire Marshal 1

Jovem ator e cantor, amante das artes performativas. Frequenta o curso supletivo de canto vertente teatro musical na Academia de Música de Vilar do Paraíso.

Participou no musical " Um Terço de consciência" produzido pela Academia de Música de Vilar do Paraíso em 2018.

Elendo do Fantasma da opera - Tomás Barroso

Tomás Barroso

Fire Marshal 2

Frequentou, na Academia de Música de Vilar do Paraíso, o curso de canto lírico, participando em várias óperas como Carmen, em conjunto com a Orquestra do Norte no Coliseu do Porto; O Principezinho, A Flauta Mágica, Eloise, entre outras.

Frequenta, atualmente, o curso de Teatro Musical no mesmo estabelecimento, tendo participado no mesmo ramo ao longo do ano com companhias como a Elenco Produções.

Elendo do Fantasma da opera - Hélia Castro

Hélia Castro

Cover Christine

Iniciou os estudos de canto aos 18 anos, no Conservatório de Gaia, na classe do Maestro Mário Mateus, tendo concluído com a classificação de 19 valores.

Estudou, ainda, com vários professores nacionais e estrangeiros, como Fernanda Correia, António Salgado, Paul von Schilhawsky, Rudolph Piernay, Jane Davidson, Sue Mc Culloch, Nancy Argenta, Robin Bowman, Henry Herford, Geogffrey Saunders, Ettore Nova, Ambra Vespasiani, sendo os que mais influenciaram a sua formação: Isabel Alcobia, Claire Vangelisti, Hilde Zadek, Enza Ferrari e Marc Tardue.

Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian de 1988 a 1990 e da Fundação do Conservatório de Gaia.

Em ópera, interpretou: Micaela, em Carmen, de Bizet; Rainha da Noite, n’A Flauta Mágica, de Mozart; Norina, em Don Pasquale, de Donizetti; João Pestana e Fada do Orvalho, n’ A Casinha de Chocolate, de Humperdinck; Suor Angelica, de Puccini, na ópera com o mesmo nome; La Ciesca, em Gianni Schicchi, também de Puccini; Romilda, em Xerxes, de Handel; Susana, nas Bodas de Fígaro, de Mozart; e 2ª Dama em Dido e Eneias, de Purcell.

Em oratória, cantou: Missa em Dó Menor, de Mozart; Salmo 42- Wie der Hirsch schreit-, de Mendelssohn; Glória, de Vivaldi; Missa em Sol, de Schubert; Laudate Dominum, de Mozart; Oratória de Natal, de Saint-Säens; Cantata Von Himmel hoch, de Mendelssohn; Utrecht Te Deum, de Handel; Te Deum, de Dvorak; Excertos das Missas Brevis de Mozart, kv 140 e kv 259.

Atuou com algumas conceituadas orquestras portuguesas, como Filarmonia das Beiras, Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa, Orquestra do Norte, e Orquestra Clássica do Centro, sob a direção dos maestros António Vassalo Lourenço, Paulo Lourenço, Ferreira Lobo, Félix Carrasco, Paulo Martins e Jan Wierzba.

Entrou para a Faculdade em 2008, ano em que a música o chamou, e ingressou na Tuna de Ciências do Porto, onde aprendeu a tocar guitarra e a interessar-se mais pela sua voz. Em 2012 começou a ter aulas de Canto particulares e em 2014 entrou no curso de Teatro Musical da “Vocare – Conservatório de voz, Comunicação e Artes Performativas do Porto”, dirigido por Isabel Maia, que frequentou até 2017.

Durante esses anos concluiu com distinção os 7º e 8º graus da Trinity College London de Teatro Musical e Pop/Rock respetivamente, e fez vários espetáculos de Teatro Musical e Gospel, destacando-se uma adaptação do Musical de Andrew Lloyd Webber “The Woman in White”, nos papeis de Count Fosco e Signal Men, encenado por João Miguel Mota, espetáculo de final do ano Letivo que ditaria o fim do seu percurso nessa escola.

Ainda em 2017, a vontade de aprender não o deixou perder a oportunidade de ingressar noutro curso de Teatro Musical, dirigido por Martin Callaghan e Will Callaghan, que culminou em Maio de 2018 com a apresentação do espetáculo “Geração Glee – O Musical”.

Enquanto frequentava o curso, conseguiu conciliar e estreou-se profissionalmente no pocket-show de Natal “Reino de Gelo”, da Elenco Produções, no papel de Olaf. A mesma Produtora acabaria por convida-lo a fazer parte do elenco de mais dois pocket-shows de natal, em 2018, “O Pinóquio” e “Nico e os Duendes de Natal”, como Geppetto/Vilão e como Nico(lau), respetivamente.

Frequentou o Curso Básico de Música na Academia de Música de Vilar do Paraíso. Frequentou o Curso Profissional de Artes do Espetáculo - Interpretação no Balleteatro Escola Profissinal. Atualmente, frequenta o Curso Livre de Teatro Musical na Academia de Música de Vilar do Paraíso.

Participou na Ópera Carmén de Bizet em 2014 no Coliseu do Porto. Participou ainda num PocketShow “A Terra do Nunca” da Elenco Produções, Lda em 2019 no Europarque.

Jovem ator e cantor, amante das artes performativas. Frequenta o curso supletivo de canto vertente teatro musical na Academia de Música de Vilar do Paraíso.

Participou no musical " Um Terço de consciência" produzido pela Academia de Música de Vilar do Paraíso em 2018.

Frequentou, na Academia de Música de Vilar do Paraíso, o curso de canto lírico, participando em várias óperas como Carmen, em conjunto com a Orquestra do Norte no Coliseu do Porto; O Principezinho, A Flauta Mágica, Eloise, entre outras.

Frequenta, atualmente, o curso de Teatro Musical no mesmo estabelecimento, tendo participado no mesmo ramo ao longo do ano com companhias como a Elenco Produções.

Iniciou os estudos de canto aos 18 anos, no Conservatório de Gaia, na classe do Maestro Mário Mateus, tendo concluído com a classificação de 19 valores.

Estudou, ainda, com vários professores nacionais e estrangeiros, como Fernanda Correia, António Salgado, Paul von Schilhawsky, Rudolph Piernay, Jane Davidson, Sue Mc Culloch, Nancy Argenta, Robin Bowman, Henry Herford, Geogffrey Saunders, Ettore Nova, Ambra Vespasiani, sendo os que mais influenciaram a sua formação: Isabel Alcobia, Claire Vangelisti, Hilde Zadek, Enza Ferrari e Marc Tardue.

Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian de 1988 a 1990 e da Fundação do Conservatório de Gaia.

Em ópera, interpretou: Micaela, em Carmen, de Bizet; Rainha da Noite, n’A Flauta Mágica, de Mozart; Norina, em Don Pasquale, de Donizetti; João Pestana e Fada do Orvalho, n’ A Casinha de Chocolate, de Humperdinck; Suor Angelica, de Puccini, na ópera com o mesmo nome; La Ciesca, em Gianni Schicchi, também de Puccini; Romilda, em Xerxes, de Handel; Susana, nas Bodas de Fígaro, de Mozart; e 2ª Dama em Dido e Eneias, de Purcell.

Em oratória, cantou: Missa em Dó Menor, de Mozart; Salmo 42- Wie der Hirsch schreit-, de Mendelssohn; Glória, de Vivaldi; Missa em Sol, de Schubert; Laudate Dominum, de Mozart; Oratória de Natal, de Saint-Säens; Cantata Von Himmel hoch, de Mendelssohn; Utrecht Te Deum, de Handel; Te Deum, de Dvorak; Excertos das Missas Brevis de Mozart, kv 140 e kv 259.

Atuou com algumas conceituadas orquestras portuguesas, como Filarmonia das Beiras, Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa, Orquestra do Norte, e Orquestra Clássica do Centro, sob a direção dos maestros António Vassalo Lourenço, Paulo Lourenço, Ferreira Lobo, Félix Carrasco, Paulo Martins e Jan Wierzba.

Elendo do Fantasma da opera - Ana Cosme

Ana Cosme

Cover Carlota

Nasceu no Bombarral, tendo iniciado os seus estudos musicais no Círculo de Cultura Musical Bombarralense.
Ingressou mais tarde na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, na classe de Canto. Estudou com José Carlos Xavier, e concluiu este curso com elevado mérito. Estudou também com Ana Paula Russo.

Trabalhou ainda com Elsa Saque e Sílvia Mateus na Escola Superior de Música de Lisboa onde obteve a licenciatura. É membro do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos desde 1997.

Como solista, participou na Cantata O Conquistador de Jorge Salgueiro, na Misa Cubana de José Maria Vitier, Stabat Mater de Pergolesi, Requiem de Faure, em diversas Galas de Ópera e em inúmeros recitais em Portugal, Bélgica e mais recentemente em Áustria.

Em recital, apresentou-se com os pianistas Anna Tomasik, Nuno Lopes, Francisco Sassetti, Nuno Vieira de Almeida, João Paulo Santos, João Vale e Ana Cosme.

Foi solista convidada da Banda Sinfónica da GNR e da Orquestra Sinfónica do CRAM com os quais cantou nos Concertos ao Largo no Largo do Teatro Nacional de São Carlos, e da Banda da Armada no seu Concerto de Gala.

É regularmente solicitada para actuar em diversos eventos particulares e empresariais. Foi pelo segundo ano consecutivo convidada a cantar o Hino "A Portuguesa" pelo IRONMAN em Cascais.

Integrou o elenco das óperas: Die Lustige Vitwe de Léhar, A Raposinha Matreira de Janácek (T.N.S.C.) , Albert Herring de Britten (T. Aberto), O Achamento do Brasil de Jorge Salgueiro, Orpheu e Eurídice de Gluck, “A Vingança da Cigana de Leal Moreira, Bataclan de Offenbach, A Bela Adormecida de Respighi(T.N.S.C), As Bodas de Fígaro de Mozart (T.N.S.C.), Kátìa Kabanová de Janácek (T.N.S.C.) e "Elektra" de R. Strauss (CCB).

Elendo do Fantasma da opera - Armando Calado

Armando Calado

Cover Raoul

Desde o inicio dos seus estudos musicais que me têm dedicado à organização de eventos focando-se particularmente nos relacionados com a música Clássica.

Em 2002 foi escolhido, entre outros, para cantar para a Princesa Ana da Inglaterra aquando da celebração dos 125 anos da Birkbeck University of London. No mesmo ano cantou o Dr. Caius da Ópera "Falstaff " de Verdi e o Csar da Ópera "A criada da neve " de Rimsky-Korsakov no teatro "Peacock" de Londres.

Em 2003 debutou com o papel de Gastonne da Ópera " A Traviata " de Verdi, com a West London Opera Company.

Organizou desde 2011 a Gala de Ópera no Jardim, em Almeirim, e que tem tido as melhores críticas. Em 2011 cantou o papel de um dos Monges da Ópera "Don Carlos" de Verdi.

Em 2012 cantou a parte do Mágico na Ópera "As Damas Trocadas" de Marcos Portugal em vários pontos de Portugal.

Em 2013 organizou uma Master-Class de canto, em Almeirim, com a famosa professora de canto Jenny Anvelt-Scarafoni e que trouxe alunos desde o Japão, Itália e Rússia até Almeirim.

Em 2014 trouxe a Portugal a grande Mezzo - Soprano Fiorenza Cossotto para uma Master-Class culminando com uma gala de Ópera em sua homenagem.

Em 2010 fundou o Coro Litúrgico da Imaculada Conceição da Paróquia de Almeirim e tenho sido o seu maestro até á presente data.

Ficha Técnica do Fantasma da opera - Jorge Carvalho Alves

Jorge Alves

Maestro

Estudou Direção Coral no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa. Frequentou diversos cursos de Direção Coral e Técnica Vocal em Portugal e no estrangeiro, tendo trabalhado com José́ Robert, Edgar Saramago, Lazlo Heltay, Fernando Eldoro, Anton de Beer, Erwin List, Luis Madureira e Jill Feldmann.

Como tenor, foi membro do Coro da Universidade de Lisboa de 1980 a 83, canta como reforço no Coro do Teatro Nacional de S. Carlos em diversas óperas nas temporadas de 1984 a 1988, ano em que ingressa no Coro da Fundação Calouste Gulbenkian (1988/2001).

De 1993 a 1996 participa no projeto “Coro Gregoriano de Lisboa” com o qual efetua digressões em Portugal e no Japão e em 1998 é convidado a integrar o quarteto vocal masculino Tetvocal com quem participa em concertos por todo o território nacional e em digressões no Brasil, Tailândia e China.

Iniciou a sua carreira como Diretor Coral com o Coro de Câmara Syntagma Musicum, grupo que fundou em 1985 e com o qual obteve o primeiro prémio no concurso “Novos Valores da Cultura – Música Coral“ em 1988.

Trabalhou como Diretor Coral com grupos de todo o continente e ilhas entre os quais: Coro de Câmara Syntagma Musicum (1985/1997), Coro Sinfónico Lisboa Cantat (desde 1986), Coro de Câmara Lisboa Cantat (desde 2006), Orfeão da Covilhã (1988/92) Grupo Coral de Lagos (1992/1996), Coro da Universidade Católica de Lisboa (1993/2002), Maestro convidado do Coro Vox Cordis de Ponta Delgada (desde 2006) e do Coro da Universidade Técnica de Lisboa que atualmente integra o novo Coro da Universidade de Lisboa (desde 1998).

Em 2015 fundou e dirige o CILC - Coro Infantil Lisboa Cantat e o EVUL. (2015-2016). Dirigiu o Chorale de St. Cécile de Pontpierre e é atualmente o responsável artístico do Chorale Concordia de Erpeldange, do Chorale de Gilsdorf e do Emsenble Vocale Cantica.

Ficha Técnica do Fantasma da opera - Sílvio Cortez

Sílvio Cortez

Maestro

Iniciou os estudos musicais em regime de curso livre em Paços de Ferreira, tendo frequentado posteriormente a Academia de Música de Paredes onde conclui o curso básico, ingressa depois no Conservatório do Porto onde viria a concluir o curso complementar.

Conclui com alta classificação o curso superior de Direção Musical (coro e orquestra) no Conservatório Superior de Gaia, onde trabalhou com os Maestros, Manuel Ivo Cruz; Mário Mateus e Gerald Kegelmann. Estudou Técnica Vocal e repertório com a Professora Fernanda Correia e frequentou diversos seminários de expressão corporal orientados pela Professora Jane Davidson.

Participou em vários seminários de análise musical e instrumentação sob orientação do professor Álvaro Salazar, participou em cursos de aperfeiçoamento de Direção de orquestra de sopros dirigidos pelo Professor Saúl Silva.

Frequentou Master classes de Direção de Orquestra com o Maestro Sergei Stadler, e trabalhou como assistente do Maestro Manuel Ivo Cruz nas óperas «Flauta Mágica» e «Amahl e os visitantes da noite».

Nas diferentes áreas da história, teoria, análise e composição teve oportunidade de estudar com Christopher Bochmann, Benoît Gibson, João Pedro Alvarenga, Vanda de Sá, e Rui Vieira Nery.

É licenciado em História e Teoria da Música pela Universidade de Évora e atualmente no âmbito académico, encontra-se a realizar o doutoramento na Universidade de Aveiro.

Ficha Técnica do Fantasma da opera - CAUM

CAUM

Coro

O Coro Académico da Universidade do Minho é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em janeiro de 1989, e reconhecida como Pessoa Coletiva de Utilidade Pública em junho de 2004.

Ao longo do seu percurso, tem construído uma identidade própria no panorama cultural português, aliando a alegria da sua juventude aos encantos da música coral de todas as épocas, especialmente da música portuguesa.

Criado com o fim de divulgar a música coral e instrumental e de proporcionar um espaço de convívio musical (no qual promove o gosto de cantar e desenvolve a sensibilidade artística dos seus associados), já realizou mais de quatro centenas de concertos, pelos quais passaram perto de seiscentos coristas.

Afirmada a sua identidade cultural, o CAUM passou a apresentar- -se além-fronteiras em diversos encontros de coros. Realizou digressões pelo Brasil (2004), pela Ilha da Madeira (2006), pelos Açores (2009), pelo Algarve (2012), por Paris, Basileia, Zurique e Luxemburgo (2013), por Itália (2015), por Praga e Berlim (2016), levou, em 2017, um projeto musical e social à Ilha de Santiago, em Cabo Verde e em 2018, passou pela Bulgária e pela Roménia.

Em 2014, o CAUM comemorou os seus 25 anos com um concerto que contou com a participação do Coral de Letras da UPorto, Azeituna, Tuna Universitária do Minho e Bomboémia - Grupo de Percussão da Universidade do Minho.

Em janeiro de 2019, o CAUM comemorou o seu 30º Aniverário com a organização de um concerto que contou com a participação de grupos estrangeiros, oriundos de locais onde o CAUM esteve ao longo destes seus 30 Anos, estes sendo: Gruppo Polifonico Claudio Monteverdi, grupo Coral Masculino de Itália; Voces Female Choir, Coro Feminino da Roménia, e Kaku Alves, músico Cabo-Verdiano. Contou ainda com a presença de outros grupos culturais da Universidade do Minho: Azeituna, Tuna Universitária do Minho e Gatuna.

Nasceu no Bombarral, tendo iniciado os seus estudos musicais no Círculo de Cultura Musical Bombarralense.
Ingressou mais tarde na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, na classe de Canto. Estudou com José Carlos Xavier, e concluiu este curso com elevado mérito. Estudou também com Ana Paula Russo.

Trabalhou ainda com Elsa Saque e Sílvia Mateus na Escola Superior de Música de Lisboa onde obteve a licenciatura. É membro do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos desde 1997.

Como solista, participou na Cantata O Conquistador de Jorge Salgueiro, na Misa Cubana de José Maria Vitier, Stabat Mater de Pergolesi, Requiem de Faure, em diversas Galas de Ópera e em inúmeros recitais em Portugal, Bélgica e mais recentemente em Áustria.

Em recital, apresentou-se com os pianistas Anna Tomasik, Nuno Lopes, Francisco Sassetti, Nuno Vieira de Almeida, João Paulo Santos, João Vale e Ana Cosme.

Foi solista convidada da Banda Sinfónica da GNR e da Orquestra Sinfónica do CRAM com os quais cantou nos Concertos ao Largo no Largo do Teatro Nacional de São Carlos, e da Banda da Armada no seu Concerto de Gala.

É regularmente solicitada para actuar em diversos eventos particulares e empresariais. Foi pelo segundo ano consecutivo convidada a cantar o Hino "A Portuguesa" pelo IRONMAN em Cascais.

Integrou o elenco das óperas: Die Lustige Vitwe de Léhar, A Raposinha Matreira de Janácek (T.N.S.C.) , Albert Herring de Britten (T. Aberto), O Achamento do Brasil de Jorge Salgueiro, Orpheu e Eurídice de Gluck, “A Vingança da Cigana de Leal Moreira, Bataclan de Offenbach, A Bela Adormecida de Respighi(T.N.S.C), As Bodas de Fígaro de Mozart (T.N.S.C.), Kátìa Kabanová de Janácek (T.N.S.C.) e "Elektra" de R. Strauss (CCB).

Desde o inicio dos seus estudos musicais que me têm dedicado à organização de eventos focando-se particularmente nos relacionados com a música Clássica.

Em 2002 foi escolhido, entre outros, para cantar para a Princesa Ana da Inglaterra aquando da celebração dos 125 anos da Birkbeck University of London. No mesmo ano cantou o Dr. Caius da Ópera "Falstaff " de Verdi e o Csar da Ópera "A criada da neve " de Rimsky-Korsakov no teatro "Peacock" de Londres.

Em 2003 debutou com o papel de Gastonne da Ópera " A Traviata " de Verdi, com a West London Opera Company.

Organizou desde 2011 a Gala de Ópera no Jardim, em Almeirim, e que tem tido as melhores críticas. Em 2011 cantou o papel de um dos Monges da Ópera "Don Carlos" de Verdi.

Em 2012 cantou a parte do Mágico na Ópera "As Damas Trocadas" de Marcos Portugal em vários pontos de Portugal.

Em 2013 organizou uma Master-Class de canto, em Almeirim, com a famosa professora de canto Jenny Anvelt-Scarafoni e que trouxe alunos desde o Japão, Itália e Rússia até Almeirim.

Em 2014 trouxe a Portugal a grande Mezzo - Soprano Fiorenza Cossotto para uma Master-Class culminando com uma gala de Ópera em sua homenagem.

Em 2010 fundou o Coro Litúrgico da Imaculada Conceição da Paróquia de Almeirim e tenho sido o seu maestro até á presente data.

Estudou Direção Coral no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa. Frequentou diversos cursos de Direção Coral e Técnica Vocal em Portugal e no estrangeiro, tendo trabalhado com José́ Robert, Edgar Saramago, Lazlo Heltay, Fernando Eldoro, Anton de Beer, Erwin List, Luis Madureira e Jill Feldmann.

Como tenor, foi membro do Coro da Universidade de Lisboa de 1980 a 83, canta como reforço no Coro do Teatro Nacional de S. Carlos em diversas óperas nas temporadas de 1984 a 1988, ano em que ingressa no Coro da Fundação Calouste Gulbenkian (1988/2001).

De 1993 a 1996 participa no projeto “Coro Gregoriano de Lisboa” com o qual efetua digressões em Portugal e no Japão e em 1998 é convidado a integrar o quarteto vocal masculino Tetvocal com quem participa em concertos por todo o território nacional e em digressões no Brasil, Tailândia e China.

Iniciou a sua carreira como Diretor Coral com o Coro de Câmara Syntagma Musicum, grupo que fundou em 1985 e com o qual obteve o primeiro prémio no concurso “Novos Valores da Cultura – Música Coral“ em 1988.

Trabalhou como Diretor Coral com grupos de todo o continente e ilhas entre os quais: Coro de Câmara Syntagma Musicum (1985/1997), Coro Sinfónico Lisboa Cantat (desde 1986), Coro de Câmara Lisboa Cantat (desde 2006), Orfeão da Covilhã (1988/92) Grupo Coral de Lagos (1992/1996), Coro da Universidade Católica de Lisboa (1993/2002), Maestro convidado do Coro Vox Cordis de Ponta Delgada (desde 2006) e do Coro da Universidade Técnica de Lisboa que atualmente integra o novo Coro da Universidade de Lisboa (desde 1998).

Em 2015 fundou e dirige o CILC - Coro Infantil Lisboa Cantat e o EVUL. (2015-2016). Dirigiu o Chorale de St. Cécile de Pontpierre e é atualmente o responsável artístico do Chorale Concordia de Erpeldange, do Chorale de Gilsdorf e do Emsenble Vocale Cantica.

Iniciou os estudos musicais em regime de curso livre em Paços de Ferreira, tendo frequentado posteriormente a Academia de Música de Paredes onde conclui o curso básico, ingressa depois no Conservatório do Porto onde viria a concluir o curso complementar.

Conclui com alta classificação o curso superior de Direção Musical (coro e orquestra) no Conservatório Superior de Gaia, onde trabalhou com os Maestros, Manuel Ivo Cruz; Mário Mateus e Gerald Kegelmann. Estudou Técnica Vocal e repertório com a Professora Fernanda Correia e frequentou diversos seminários de expressão corporal orientados pela Professora Jane Davidson.

Participou em vários seminários de análise musical e instrumentação sob orientação do professor Álvaro Salazar, participou em cursos de aperfeiçoamento de Direção de orquestra de sopros dirigidos pelo Professor Saúl Silva.

Frequentou Master classes de Direção de Orquestra com o Maestro Sergei Stadler, e trabalhou como assistente do Maestro Manuel Ivo Cruz nas óperas «Flauta Mágica» e «Amahl e os visitantes da noite».

Nas diferentes áreas da história, teoria, análise e composição teve oportunidade de estudar com Christopher Bochmann, Benoît Gibson, João Pedro Alvarenga, Vanda de Sá, e Rui Vieira Nery.

É licenciado em História e Teoria da Música pela Universidade de Évora e atualmente no âmbito académico, encontra-se a realizar o doutoramento na Universidade de Aveiro.

O Coro Académico da Universidade do Minho é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em janeiro de 1989, e reconhecida como Pessoa Coletiva de Utilidade Pública em junho de 2004.

Ao longo do seu percurso, tem construído uma identidade própria no panorama cultural português, aliando a alegria da sua juventude aos encantos da música coral de todas as épocas, especialmente da música portuguesa.

Criado com o fim de divulgar a música coral e instrumental e de proporcionar um espaço de convívio musical (no qual promove o gosto de cantar e desenvolve a sensibilidade artística dos seus associados), já realizou mais de quatro centenas de concertos, pelos quais passaram perto de seiscentos coristas.

Afirmada a sua identidade cultural, o CAUM passou a apresentar- -se além-fronteiras em diversos encontros de coros. Realizou digressões pelo Brasil (2004), pela Ilha da Madeira (2006), pelos Açores (2009), pelo Algarve (2012), por Paris, Basileia, Zurique e Luxemburgo (2013), por Itália (2015), por Praga e Berlim (2016), levou, em 2017, um projeto musical e social à Ilha de Santiago, em Cabo Verde e em 2018, passou pela Bulgária e pela Roménia.

Em 2014, o CAUM comemorou os seus 25 anos com um concerto que contou com a participação do Coral de Letras da UPorto, Azeituna, Tuna Universitária do Minho e Bomboémia - Grupo de Percussão da Universidade do Minho.

Em janeiro de 2019, o CAUM comemorou o seu 30º Aniverário com a organização de um concerto que contou com a participação de grupos estrangeiros, oriundos de locais onde o CAUM esteve ao longo destes seus 30 Anos, estes sendo: Gruppo Polifonico Claudio Monteverdi, grupo Coral Masculino de Itália; Voces Female Choir, Coro Feminino da Roménia, e Kaku Alves, músico Cabo-Verdiano. Contou ainda com a presença de outros grupos culturais da Universidade do Minho: Azeituna, Tuna Universitária do Minho e Gatuna.

Ficha Técnica do Fantasma da opera - Conservatório do Vale do Sousa

CORO FEMININO CVS

Coro

O CORO FEMININO CVS vem ao longo da existência, granjeando públicos e simultaneamente oferecendo uma inegável contribuição para a qualificação cultural da região, elevando o nome da Vila de Lousada assim como o Conservatório que representa.

Apesar da sua história recente e evidente jovialidade (fundado em Setembro de 2007), apresentou-se já, nos mais variados espaços de concerto nacionais, destacando-se o Teatro da Trindade- Lisboa, CCB-Centro Cultural de Lisboa, Casa da Música- Porto, Universidade de Aveiro, Conservatório Calouste Gulbenkian – Braga, Festival Internacional de Coros em Albufeira, entre outras presenças nas mais variadas localidades do país como Beja, Miranda do Douro, Salreu, Crestuma, Melres, Paços de Ferreira, Porto, Gaia etc.

Em Outubro 2010, venceu o concurso nacional de música, evento promovido pelo Inatel. Internacionalmente destacam-se as presenças no “10èmes Rencontres Internationales de Choeurs d'Enfants” – França, Festival Internacional de Música de Cantonigrós, Barcelona – Espanha, “Florence International Choir Competition” (1º prémio na categoria “Youth Choirs” e o 3º prémio na categoria “Sacred”); “Festival Choral International Neuchatel” (2º prémio na sua categoria); Summer Choir Festival Lisboa (2º prémio “Sacred music” e “Folk music” e 1º Prémio “Female Choirs”), Concurso de Habaneras em Torrevieja, Rimini International Choir Competition-Itália (1º prémio na categoria “Female Choirs” e o 2º prémio na categoria “Sacred”).

Ficha Técnica do Fantasma da opera - Vocal Art Ensemble

Vocal Art Ensemble

Coro

O Vocal Art Ensemble é um novo projeto de música coral, nascido em 2018, após os elementos e o maestro do grupo Ensemble Vocal de Freamunde, terem decidido seguir um novo rumo.

A este novo projeto, os vários membros emprestam, não só a sua vontade de espalhar a música coral nacional e internacionalmente, mas, também, a sua experiência e um vasto e consolidado repertório de grande qualidade e dificuldade.

O repertório do grupo, multifacetado e cuidadosamente selecionado pelo maestro, baseia-se, primeiramente, no género musical Folk, embora a música Sacra goze, também, de grande importância na atividade do grupo.

Enquanto parte do grupo Ensemble Vocal de Freamunde, os elementos deste projeto tiveram a oportunidade de participar em diversas competições e festivais nacionais e internacionais, das quais se destacam: Festival Internacional de Coros de Preveza, Grécia (Julho de 2006) – onde lograram obter uma medalha de Bronze no Concurso de Música Sacra; Festival Internacional de Cantonigrós – Barcelona (Julho de 2008), onde obtiveram um honroso 6.º lugar, e Vivace Internacional Choir Festival – Hungria (Agosto de 2008), onde forma vencedores na categoria Folk.

Do repertório já apresentado em concerto, destacam-se, ainda, as obras Carmina Burana, de Carll Orff, Requiem, de Fauré e Missa Solemnis, de Beethoven, no concerto de abertura dos Dias da Música 2013, no Centro Cultural de Belém.

Ficha Técnica do Fantasma da opera - Lisboa Cantat

Lisboa Cantat

Coro Sinfónico

O Coro Sinfónico Lisboa Cantat (CSLC) iniciou as suas actividades no ano de 1977 e é um dos agrupamentos da Associação Musical Lisboa Cantat.

É um coro amador e conta actualmente com cerca de 90 elementos na sua formação principal, sendo alguns oriundos de escolas de música como o Conservatório Nacional, a Academia de Amadores de Música e o Instituto Gregoriano de Lisboa.

Tem contribuído para a divulgação da música erudita portuguesa, estreando regularmente obras de compositores portugueses contemporâneos. Foi coro associado da temporada 2010/2011 do CCB. É de destacar também a parceria que mantém, desde 1999, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa.

O repertório já apresentado inclui música coral a capella e grandes obras corais sinfónicas, como as missas de Requiem de Verdi, Mozart, Fauré, Brahms, Duruflé e Carrapatoso (estreia mundial), a Missa de Nelson e a Missa de Santa Teresa de Haydn, o Stabat Mater e a Petite Messe Solennelle de Rossini, os Carmina Burana de Carl Orff, a 3.ª Sinfonia de Mahler, a 2.ª Sinfonia de Mendelssohn, a Sea Symphony de Vaughan Williams, O Messias de Händel, A Criação e As Estações de Haydn, a Cantata Verbum Caro e a Oratória Popular de Nuno Côrte-Real (estreia da versão sinfónica e estreia mundial, respectivamente), a Missa em Dó menor e as Vesperae Solennes de Confessore de Mozart, a Cantata de Outubro de Prokofiev (estreia em Portugal), a Cantata para un silencio de Daniel Schvetz (estreia mundial), a Cantata Verbum Caro de Nuno Côrte-Real (estreia mundial), L’enfance du Christ de Berlioz, a 9.ª Sinfonia de Beethoven, a Abertura 1812 de S. Rachmaninoff, a Missa Solemnis e Missa em Dó de L. V. Beethoven, a Oratória de Natal e a Oratória da Ascensão de J. S. Bach, a Missa Solene em honra de Nª Srª de Fátima de Manuel Faria-Joaquim dos Santos e a Paixão Segundo S. João de Johann Sebastian Bach.

O CORO FEMININO CVS vem ao longo da existência, granjeando públicos e simultaneamente oferecendo uma inegável contribuição para a qualificação cultural da região, elevando o nome da Vila de Lousada assim como o Conservatório que representa.

Apesar da sua história recente e evidente jovialidade (fundado em Setembro de 2007), apresentou-se já, nos mais variados espaços de concerto nacionais, destacando-se o Teatro da Trindade- Lisboa, CCB-Centro Cultural de Lisboa, Casa da Música- Porto, Universidade de Aveiro, Conservatório Calouste Gulbenkian – Braga, Festival Internacional de Coros em Albufeira, entre outras presenças nas mais variadas localidades do país como Beja, Miranda do Douro, Salreu, Crestuma, Melres, Paços de Ferreira, Porto, Gaia etc.

Em Outubro 2010, venceu o concurso nacional de música, evento promovido pelo Inatel. Internacionalmente destacam-se as presenças no “10èmes Rencontres Internationales de Choeurs d'Enfants” – França, Festival Internacional de Música de Cantonigrós, Barcelona – Espanha, “Florence International Choir Competition” (1º prémio na categoria “Youth Choirs” e o 3º prémio na categoria “Sacred”); “Festival Choral International Neuchatel” (2º prémio na sua categoria); Summer Choir Festival Lisboa (2º prémio “Sacred music” e “Folk music” e 1º Prémio “Female Choirs”), Concurso de Habaneras em Torrevieja, Rimini International Choir Competition-Itália (1º prémio na categoria “Female Choirs” e o 2º prémio na categoria “Sacred”).

O Vocal Art Ensemble é um novo projeto de música coral, nascido em 2018, após os elementos e o maestro do grupo Ensemble Vocal de Freamunde, terem decidido seguir um novo rumo.

A este novo projeto, os vários membros emprestam, não só a sua vontade de espalhar a música coral nacional e internacionalmente, mas, também, a sua experiência e um vasto e consolidado repertório de grande qualidade e dificuldade.

O repertório do grupo, multifacetado e cuidadosamente selecionado pelo maestro, baseia-se, primeiramente, no género musical Folk, embora a música Sacra goze, também, de grande importância na atividade do grupo.

Enquanto parte do grupo Ensemble Vocal de Freamunde, os elementos deste projeto tiveram a oportunidade de participar em diversas competições e festivais nacionais e internacionais, das quais se destacam: Festival Internacional de Coros de Preveza, Grécia (Julho de 2006) – onde lograram obter uma medalha de Bronze no Concurso de Música Sacra; Festival Internacional de Cantonigrós – Barcelona (Julho de 2008), onde obtiveram um honroso 6.º lugar, e Vivace Internacional Choir Festival – Hungria (Agosto de 2008), onde forma vencedores na categoria Folk.

Do repertório já apresentado em concerto, destacam-se, ainda, as obras Carmina Burana, de Carll Orff, Requiem, de Fauré e Missa Solemnis, de Beethoven, no concerto de abertura dos Dias da Música 2013, no Centro Cultural de Belém.

O Coro Sinfónico Lisboa Cantat (CSLC) iniciou as suas actividades no ano de 1977 e é um dos agrupamentos da Associação Musical Lisboa Cantat.

É um coro amador e conta actualmente com cerca de 90 elementos na sua formação principal, sendo alguns oriundos de escolas de música como o Conservatório Nacional, a Academia de Amadores de Música e o Instituto Gregoriano de Lisboa.

Tem contribuído para a divulgação da música erudita portuguesa, estreando regularmente obras de compositores portugueses contemporâneos. Foi coro associado da temporada 2010/2011 do CCB. É de destacar também a parceria que mantém, desde 1999, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa.

O repertório já apresentado inclui música coral a capella e grandes obras corais sinfónicas, como as missas de Requiem de Verdi, Mozart, Fauré, Brahms, Duruflé e Carrapatoso (estreia mundial), a Missa de Nelson e a Missa de Santa Teresa de Haydn, o Stabat Mater e a Petite Messe Solennelle de Rossini, os Carmina Burana de Carl Orff, a 3.ª Sinfonia de Mahler, a 2.ª Sinfonia de Mendelssohn, a Sea Symphony de Vaughan Williams, O Messias de Händel, A Criação e As Estações de Haydn, a Cantata Verbum Caro e a Oratória Popular de Nuno Côrte-Real (estreia da versão sinfónica e estreia mundial, respectivamente), a Missa em Dó menor e as Vesperae Solennes de Confessore de Mozart, a Cantata de Outubro de Prokofiev (estreia em Portugal), a Cantata para un silencio de Daniel Schvetz (estreia mundial), a Cantata Verbum Caro de Nuno Côrte-Real (estreia mundial), L’enfance du Christ de Berlioz, a 9.ª Sinfonia de Beethoven, a Abertura 1812 de S. Rachmaninoff, a Missa Solemnis e Missa em Dó de L. V. Beethoven, a Oratória de Natal e a Oratória da Ascensão de J. S. Bach, a Missa Solene em honra de Nª Srª de Fátima de Manuel Faria-Joaquim dos Santos e a Paixão Segundo S. João de Johann Sebastian Bach.


EQUIPA CRIATIVA


Ficha Técnica do Fantasma da opera - Armando Calado

Armando Calado

Produtor

Desde o inicio dos seus estudos musicais que me têm dedicado à organização de eventos focando-se particularmente nos relacionados com a música Clássica.

Em 2002 foi escolhido, entre outros, para cantar para a Princesa Ana da Inglaterra aquando da celebração dos 125 anos da Birkbeck University of London. No mesmo ano cantou o Dr. Caius da Ópera "Falstaff " de Verdi e o Csar da Ópera "A criada da neve " de Rimsky-Korsakov no teatro "Peacock" de Londres.

Em 2003 debutou com o papel de Gastonne da Ópera " A Traviata " de Verdi, com a West London Opera Company.

Organizou desde 2011 a Gala de Ópera no Jardim, em Almeirim, e que tem tido as melhores críticas. Em 2011 cantou o papel de um dos Monges da Ópera "Don Carlos" de Verdi.

Em 2012 cantou a parte do Mágico na Ópera "As Damas Trocadas" de Marcos Portugal em vários pontos de Portugal.

Em 2013 organizou uma Master-Class de canto, em Almeirim, com a famosa professora de canto Jenny Anvelt-Scarafoni e que trouxe alunos desde o Japão, Itália e Rússia até Almeirim.

Em 2014 trouxe a Portugal a grande Mezzo - Soprano Fiorenza Cossotto para uma Master-Class culminando com uma gala de Ópera em sua homenagem.

Em 2010 fundou o Coro Litúrgico da Imaculada Conceição da Paróquia de Almeirim e tenho sido o seu maestro até á presente data.

Ficha Técnica do Fantasma da opera - Pedro Ribeiro

Pedro Ribeiro

Encenador

Encenador Português que voa por todo o teatro que fala, canta ou dança. Possui a Licenciatura e Bacharelato em Estudos Teatrais/Interpretação ESMAE e o Curso de Encenação de Opera da F.C.Gulbenkian.

Tem um percurso de docente extenso em disciplinas ligadas ao teatro, teatro musical e ópera, tendo lecionado em Portugal, Inglaterra, França e Dinamarca.

Como performer participou em peças clássicas, dança contemporânea, performance art, curtas-metragens, novo circo, e devido ao Curso Profissional de Artes Visuais da Soares dos Reis também desenvolve trabalhos como director de arte, cenógrafo e figurinista.

Trabalhou para a Royal Opera House como encenador residente de 2011 a 2013. Durante este período encenou quatro óperas no Studio Theatre da ROH e no palco principal da ROH teve a oportunidade de semi-encenar a ópera de Rossini Il viaggio a Reims e dois Showcases de dez óperas. Foi assistente dos maiores encenadores mundiais como: Kasper Holten, Robert Carsen, Laurent Pelly, Danielle Abbado, John Copley, John Fuljames, Jonathan Kent, entre outros.

Foi também durante esse período que foi convidado como assessor nos Off West End Awards nomeando espetáculos e artistas para os OFFIES que premeiam o que de melhor que se apresenta nos teatros de Londres.

Na temporada 2017/2018 trabalhou na reposição de diversos espetáculos em Londres e Porto destacando-se o Rigoletto e Falstaff ambos na ROH; e a encenação de dois espectáculos em estreia mundial: em Londres a nova ópera “Goldilocks & the Three Pigs” recebendo excelentes críticas da imprensa inglesa e no Estoril o novo musical “A Caminho”.

Atualmente é professor das disciplinas de coro e História da Cultura e das Artes no Conservatório de Música de Paredes e no Conservatório do Vale do Sousa.



Desde o inicio dos seus estudos musicais que me têm dedicado à organização de eventos focando-se particularmente nos relacionados com a música Clássica.

Em 2002 foi escolhido, entre outros, para cantar para a Princesa Ana da Inglaterra aquando da celebração dos 125 anos da Birkbeck University of London. No mesmo ano cantou o Dr. Caius da Ópera "Falstaff " de Verdi e o Csar da Ópera "A criada da neve " de Rimsky-Korsakov no teatro "Peacock" de Londres.

Em 2003 debutou com o papel de Gastonne da Ópera " A Traviata " de Verdi, com a West London Opera Company.

Organizou desde 2011 a Gala de Ópera no Jardim, em Almeirim, e que tem tido as melhores críticas. Em 2011 cantou o papel de um dos Monges da Ópera "Don Carlos" de Verdi.

Em 2012 cantou a parte do Mágico na Ópera "As Damas Trocadas" de Marcos Portugal em vários pontos de Portugal.

Em 2013 organizou uma Master-Class de canto, em Almeirim, com a famosa professora de canto Jenny Anvelt-Scarafoni e que trouxe alunos desde o Japão, Itália e Rússia até Almeirim.

Em 2014 trouxe a Portugal a grande Mezzo - Soprano Fiorenza Cossotto para uma Master-Class culminando com uma gala de Ópera em sua homenagem.

Em 2010 fundou o Coro Litúrgico da Imaculada Conceição da Paróquia de Almeirim e tenho sido o seu maestro até á presente data.

Encenador Português que voa por todo o teatro que fala, canta ou dança. Possui a Licenciatura e Bacharelato em Estudos Teatrais/Interpretação ESMAE e o Curso de Encenação de Opera da F.C.Gulbenkian.

Tem um percurso de docente extenso em disciplinas ligadas ao teatro, teatro musical e ópera, tendo lecionado em Portugal, Inglaterra, França e Dinamarca.

Como performer participou em peças clássicas, dança contemporânea, performance art, curtas-metragens, novo circo, e devido ao Curso Profissional de Artes Visuais da Soares dos Reis também desenvolve trabalhos como director de arte, cenógrafo e figurinista.

Trabalhou para a Royal Opera House como encenador residente de 2011 a 2013. Durante este período encenou quatro óperas no Studio Theatre da ROH e no palco principal da ROH teve a oportunidade de semi-encenar a ópera de Rossini Il viaggio a Reims e dois Showcases de dez óperas. Foi assistente dos maiores encenadores mundiais como: Kasper Holten, Robert Carsen, Laurent Pelly, Danielle Abbado, John Copley, John Fuljames, Jonathan Kent, entre outros.

Foi também durante esse período que foi convidado como assessor nos Off West End Awards nomeando espetáculos e artistas para os OFFIES que premeiam o que de melhor que se apresenta nos teatros de Londres.

Na temporada 2017/2018 trabalhou na reposição de diversos espetáculos em Londres e Porto destacando-se o Rigoletto e Falstaff ambos na ROH; e a encenação de dois espectáculos em estreia mundial: em Londres a nova ópera “Goldilocks & the Three Pigs” recebendo excelentes críticas da imprensa inglesa e no Estoril o novo musical “A Caminho”.

Atualmente é professor das disciplinas de coro e História da Cultura e das Artes no Conservatório de Música de Paredes e no Conservatório do Vale do Sousa.




BILHETES


PORTO

COLISEU PORTO AGEAS
18 E 19 OUTUBRO

COMPRAR BILHETES

LISBOA

CAMPO PEQUENO
21, 22 E 23 NOVEMBRO

COMPRAR BILHETES


PLAYLIST


The Phantom of the Opera

Reproduzir playlist do Fantasma da Ópera

1

The Phantom of the Opera

5:02

2

Think of Me

4:08

3

Masquerade Why So Silent

6:23


CONTACTO